EXCLUSIVO: Documento do IBAMA no Portal gov.br confirma invisibilidade das abelhas nativas

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O que é o Modelo BeeREX e como o IBAMA o utiliza?

Protocolos OECD: Por que as abelhas sem ferrão são invisíveis?

A Prova no Portal gov.br: O Seminário de Leandro Borges (IBAMA)

O Quociente de Risco (QR) e o ‘Gargalo’ de Aprovação

O próprio governo publicou, no portal oficial do iIBAMA o, o seminário que explica como funciona a aprovação de agrotóxicos para abelhas. O IBRAM leu. O que está escrito ali confirma tudo que a Corrente da Legalidade documentou — e vai além.


Abril de 2026  |  Brasília-DF

Havia uma pergunta que percorreu toda a Corrente da Legalidade — dois trilogias, dez atos, centenas de fontes científicas e jurídicas. Uma pergunta que o IBRAM fez ao IBAMA por meio de uma LAI. Uma pergunta que os meliponiculturistas de todo o Brasil começaram a repetir nos grupos de WhatsApp.

Hoje, o IBRAM encontrou a resposta. Não na resposta da LAI — que ainda não chegou. Não em uma revista científica. Não em uma declaração de um pesquisador.

A resposta estava no próprio portal oficial do governo federal. Publicada pelo IBAMA. Com nome, com logo, com URL pública. Disponível para qualquer cidadão.

O Documento — Prova Primária

Seminário: Interpretação da Instrução Normativa IBAMA nº 02/2017
Detalhamento do Esquema de Avaliação de Risco para Abelhas:
Caracterização dos Efeitos em Fase 1

Autor: Leandro Borges — Analista Ambiental do IBAMA | Ministério do Meio Ambiente

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Órgão: IBAMA — Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis

Documento público, acessível a qualquer cidadão brasileiro. O IBRAM não obteve esta informação por qualquer meio privilegiado — está disponível no portal gov.br.

Cada um dos 26 slides foi lido . E o que está escrito ali não é uma interpretação, não é uma inferência, não é uma suspeita. É o próprio Estado brasileiro explicando, em linguagem técnica e com diagramas, exatamente como funciona o método de aprovação de agrotóxicos sem a presenca das NATIVAS .

O que o Documento Revela — Slide por Slide

🔍 O que o IBAMA confirmou com suas próprias palavras

gov.br/ibama/…/04-efeitos_fase1.pdf.

O BEE-REX é o instrumento oficial de cálculo do risco O slide 5 do seminário mostra explicitamente: “Cálculo QR’s (BeeREX)”. Não é uma suspeita do IBRAM. É o próprio IBAMA nomeando o modelo americano como seu instrumento de triagem. Fonte: Slide 5 — Protocolos

Os protocolos são todos AMERICANOS ,. Nenhum protocolo desenvolvido para as abelhas nativas brasileiras. Fonte: Slide 5 — Protocolos

Os efeitos subletais são tratados apenas qualitativamente Desorientação, perda de memória, queda na postura — os efeitos que não matam a abelha imediatamente mas destroem a colônia ao longo do tempo — são registrados qualitativamente. Fonte: Slides 7, 9 e 11

Para a maioria dos produtos — nenhuma avaliação de risco para abelhas O slide 19 responde a pergunta frequente sobre o escopo da norma e confirma: para produtos que não se encaixam nos três critérios específicos da norma, “serão classificados apenas quanto ao Potencial de Periculosidade Ambiental (PPA)” — sem avaliação de risco para abelhas. Fonte: Slide 19 — Perguntas Frequentes

A Porteira que Ninguém Vê: O Algoritmo QR < 0,4

O documento confirma o que o IBRAM vem documentando: o sistema de proteção às abelhas no Brasil possui uma “porteira” matemática invisível PARA AS ABELHAS SEM FERRAO

O IBAMA utiliza o BeeREX, uma ferramenta baseada em planilha de MS-Excel desenvolvida nos Estados Unidos e banido na EUROPA. O processo funciona assim:

  1. O analista insere os dados da Apis mellifera (abelha europeia – a conhecida africana.
  2. A planilha calcula o Quociente de Risco (QR).
  3. A Regra de Ouro: Se o QR for menor que 0,4, a avaliação encerra ali mesmo.

O resultado? Se a abelha americana/AFRICANA — que é mais resistente — “passa” no teste da planilha, a Jandaíra, a Jataí e a Mandaçaia sequer são testadas. Elas ficam do lado de fora da porteira, invisíveis para o IBAMA, embora a ciência já tenha provado que nossas nativas são mais sensíveis em 72% dos casos.


O Analista Refém da Planilha

Ao analisar os protocolos (Slides 5, 7 e 11), nota-se uma realidade dramática: o analista ambiental do IBAMA, muitas vezes um doutor em biologia ou ecologia, foi reduzido a um digitador de dados.

Existe uma insatisfação técnica silenciosa. O analista do ibama e um profissional de alto nivel mas treinado para avaliar a vida e a biodiversidade, mas o IBAMA o obriga a seguir critérios puramente matemáticos de uma planilha estrangeira. Se o BeeREX diz “Aprovado”, o analista não tem base normativa para barrar o produto em defesa das abelhas nativas. O triunfo do Excel sobre a Biologia. O ANALISTA É REFEM DO SISTEMA

O que o Documento RevelaRealidade no Brasil
Modelo de CálculoBeeREX (EUA – Planilha de Excel)
Protocolos de TesteOECD e EPA (Estrangeiros)
Abelhas NativasSó entram se o QR da Apis for alto
Efeitos SubletaisApenas “anotados”, não barram o registro

A pergunta que o documento torna irrespondível:
Se você usa uma régua que não mede o que você precisa medir —
o que você está medindo de fato?

A Linha do Tempo

2017 – O IBAMA publica a IN 02/2017 e realiza seminário técnico explicando o método — BEE-REX americano, protocolos OECD, sem espécies nativas brasileiras. O mesmo ano em que o Edital CNPq 32/2017 financia a ciência para responder se a Apis pode representar as nativas. Resposta: não pode.

2022 – A INC 01/2022 revoga a IN 02/2017. Inclui três espécies nativas — Uruçu, Jataí e Mandaguari. Mas mantém o BEE-REX como filtro de entrada. Se o QR for abaixo de 0,4 calculado com a abelha americana — as nativas não são testadas.

2023 – Lei nº 14.785/2023 acelera os prazos de aprovação de agrotóxicos. O Brasil aprova 912 agrotóxicos em 2025 — recorde histórico. Todos passaram pelo mesmo filtro.

2026 – O Ato nº 16/2026 publica 48 novos registros no DOU de 31/03/2026. O IBRAM protocolou LAI ao IBAMA perguntando qual QR foi calculado para cada produto. A resposta ainda não chegou.

Hoje O IBRAM encontra no portal gov.br o seminário técnico do IBAMA de 2017 — que descreve o motor que ainda está funcionando. Não é uma acusação. É o próprio Estado explicando o sistema.

O que estao sendo feito – falta voce

Este documento será levado à Câmara Setorial do Mel do MAPA — onde o Presidente do IBRAM tem assento pessoal — como fundamento para a exigência de protocolos brasileiros para abelhas nativas.

Este documento está disponível para qualquer cidadão no portal gov.br. NAO foi descoberto nada secreto . Descobriu o que estava público — e pergunta por que ninguém havia lido antes? Os meliponicultores tem que agir enquanto ainda podem.

Não Somos Ativistas — Somos Filósofos

O filósofo não precisa inventar o problema. Precisa ter a clareza de ler o que está escrito — e a coragem de perguntar o que a leitura revela.

O Instituto Brasileiro de Apicultura e Meliponicultura não acusou ninguém. Leu um documento público. Leu com cuidado. Leu slide por slide. E pergunta, com respeito e com método: Por que ninguem sabe disso? O que é aprovacao de agrotoxico por equivalencia?

O documento está público. O método está confirmado.A LAI foi protocolada. Mesmo sem resposta, ja se sabe a verdade nua e crua: estao a matar nossas abelhas. E triste. Isso precisa ser discutido nos grupos de meliponicultura. E grave. Nao é teoria da conspiracao. Muitas abelhas da amazonia brasileira estao a fugir para a amazonia peruana. Pesquisem. Se levantem!

O cidadão consciente toma a sua decisão.
O próximo elo da corrente é você.
seja consciente e se registre na plantaforma para formar a corrente da legalidade


ESTA INFORMAÇÃO PRECISA CHEGAR A CADA MELIPONICULTOR DO BRASIL

De Roraima ao Rio Grande do Sul. Da Jandaíra nordestina à Mandaçaia gaúcha. Da comunidade ribeirinha da Amazônia ao cajuicultor familiar do Ceará.

O documento é público. A pergunta é urgente. O elo que falta é o seu.📍 CADASTRE SEU MELIPONÁRIO NO GEOIBRAM

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