O paraquate voltou pelo contrabando — e nossas abelhas estão pagando o preço

admin

Alerta IBRAM · Março 2026

Veneno ilegal está matando
nossas abelhas.

E a fiscalização não consegue chegar a tempo. Mas juntos, podemos mudar isso.

Instituto Brasileiro de Apicultura e Meliponicultura  ·  Março de 2026

“Mesmo produtos banidos no Brasil continuam entrando ilegalmente pelas fronteiras e sendo utilizados no campo.”

— Promotor Giovani Ferri, Ministério Público do Paraná  ·  Evento no CREA-RS  ·  Agrolink, 20/03/2026

O Ministério Público do Paraná revelou na última semana o tamanho real do problema: 46 toneladas de agrotóxicos ilegais apreendidas em uma única operação, fábricas clandestinas descobertas, e substâncias proibidas — como o paraquate — ainda chegando do Paraguai e sendo usadas nas lavouras. Só nos últimos dois anos, R$ 24 milhões em irregularidades em seis estados.

O promotor foi honesto: o mercado paralelo é enorme e a fiscalização não dá conta de cobrir o país inteiro. Enquanto isso, nossas abelhas pagam o preço.

O problema que não aparece nas estatísticas

Abelha que está no campo durante uma pulverização com produto contrabandeado não volta para a colmeia. O dano é imediato e irreversível — e na maioria das vezes o apicultor não sabe o que foi usado, quando foi aplicado, nem quem operou o drone.

Drones clandestinos não têm registro, não notificam, não deixam rastro. A lei existe: a legislação federal exige notificação com antecedência e zona de exclusão de 250 metros ao redor de apiários. Mas sem vigilância, a lei não chega ao campo.

Esses agrotóxicos contrabandeados são usados inclusive para desmatamento — e os apicultores que dependem da vegetação nativa são duplamente atingidos: perdem as abelhas e perdem o habitat delas.

O que o IBRAM propõe: cada um fazendo a sua parte

A solução não vai vir só do Estado. O IBRAM defende uma rede de vigilância distribuída, onde cada ator do campo contribui — e o GeoIBRAM é a infraestrutura dessa rede.

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Apicultor / MeliponicultorCadastre seus apiários e receba o alerta antes de qualquer pulverização na sua área. Registre toda mortalidade com data e coordenadas — isso vira prova.

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Cada ocorrência registrada no GeoIBRAM é um dado georreferenciado — exatamente o tipo de evidência que o Ministério Público precisa para agir. A rede que o Estado não consegue montar, nós montamos juntos.

🌿

Jeovam Lemos Cavalcante

Fundador do IBRAM — Instituto Brasileiro de Apicultura e Meliponicultura
Membro da Câmara Setorial do Mel — Ministério da Agricultura (MAPA)
Ocara, Ceará — Março de 2026

FONTE: Agrolink / Aline Merladete — “Agrotóxicos proibidos continuam entrando no Brasil pela fronteira, aponta Ministério Público” — 20/03/2026 às 10h45.

Faça parte da rede de proteção

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Proteja suas abelhas, cumpra a lei e contribua com a maior rede de vigilância territorial da apicultura brasileira.

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